A Escola Jesus Cristo é uma instituição espírita fundada por Clóvis Tavares, sob inspiração espiritual de Nina Arueira, em 27/10/1935. Inicialmente denominava-se Escola Infantil Jesus Cristo, pois destinava-se a evangelização de crianças sob a luz da doutrina espírita, funcionando em pequena sala da casinha de D. Didi (mãe de Nina Arueira) aos domingos pela manhã, na antiga rua do Mafra; com a frequência de jovens e adultos, as aulas esclarecedoras do jovem Clóvis, a instituição perdeu o adjetivo, passando a denominar-se Escola Jesus Cristo - Instituição Espírita de Cultura e Caridade. O aumento do número de seus frequentadores levou a necessidade de mudar de local e, em 27 de outubro de 1939, no seu quarto aniversário, passa a funcionar em sua sede própria, adquirida pelo seu fundador com auxílio de amigos, na rua dos Goitacazes, 177 – Lapa, Campos dos Goytacazes/RJ. Atualmente, a instituição, funciona diariamente, com serviços de auxílio ao próximo e de aulas e pregações evangélicas e doutrinárias, descritos abaixo, em postagem do dia 30/08/2010.

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14 de novembro de 2010

Um Pouco Sobre Professor Cícero Pereira

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            Recordamos hoje o nascimento do Professor Cícero Pereira,  grande amigo de Chico Xavier e de Clóvis Tavares, e que dá, nome a nossa Livraria. Abaixo, uma bela história , relatada pelo Professor Clóvis, no livro "Trinta Anos com Chico Xavier", a qual retrata a grandeza espiritual dessa alma missionária.
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Meu dileto e inesquecível amigo, Professor Cícero Pereira, que tive a ventura de reencontrar em minha atual peregrinação terrena por ocasião de minha viagem às  Alterosas, foi uma das almas mais belas que tenho conhecido. Era impressionante sua humildade, comovente a exemplaridade de sua vida consagrada aos sofredores, em nome do Cristo que ele tanto amou...
                Esse valoroso paladino do Espiritismo desencarnou em Belo Horizonte no dia 04 de novembro de 1948, dês dias antes de seu 67º aniversário, após longos meses de cruéis padecimentos, suportados com aquela resignação e fortaleza de fé que eram apanágios de seu grande coração.
                Chico me contou que o Professor Cícero, na sua pobreza e devotamento ao próximo, muitas vezes não possuía um tostão para a passagem de bonde, quando saía de seu lar, na Rua Bonfim, para atender a um doente ou sofredor num bairro distante da capital mineira. Esquecendo sua avançada idade, lá ia ele a pé, até os subúrbios distantes, superando estoicamente quilômetros e fadigas...
                Chico o viu, após sua desencarnação, quando lhe endereçava ao Espírito amigo suas vibrações de carinho, rogando a bênção divina para seu coração de apóstolo. O Professor lhe apareceu, nimbado de fulgurantes luzes, feliz e sorridente, a agradecer-lhe os pensamentos de amor.
                Tão intensa era a luminosidade de sua alma na radiosa aparição, que Chico só pode exclamar, num misto de comoção e alegria: - ‘Oh! Quanta luz, Professor!...
                A essa exclamação afetuosa seguiu-se, com outro sorriso, a resposta resplendente de humildade: ‘É a luz de seus olhos, Chico...
Clóvis Tavares

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